Você já ouviu falar em múmias? Provavelmente sim, inclusive sabe o nome de algumas famosas, como por exemplo, o faraó TUTANCÂMON, que teve seu corpo encontrado preservado por pelo menos 3000 mil anos depois de sua morte.

O Egito era conhecido por seus faraós riquíssimos e o povo acreditava que tudo que estivesse com eles em sua tumba seria útil no outro plano, por essa questão, tinham um cuidado especial com o corpo, principalmente quando se tratava de um líder. Eles criaram técnicas para conserva-los, tentando manter o corpo o mais próximo do que era sua figura em vida, tentando manter a aparência intacta, como se o óbito estivesse apenas em um sono profundo.
As técnicas para a preservação do corpo pós-morte utilizadas pelos egípcios passavam por vários processos. Vamos ao passo-a-passo:
- Retirada do cérebro e vísceras;
- Pré-secagem do corpo;
- Desidratação do cadáver, que durava em média 10 semanas;
- Durante essas 10 semanas realizavam aplicações de sais de natrão para garantir que toda água do corpo fosse retirada;
- E por último, o óbito era envolto por faixas e cordas, além da máscara mortuária que garantia a identificação da identidade da múmia.
Podemos dizer que esse foi o primeiro passo da humanidade no caminho da tanatopraxia, claro que desde então evoluímos não só a técnica, como em questões tecnológicas que nos ajudam a garantir maior eficácia e rapidez no processo.
